segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Os textos publicados foram escritos com recurso à Inteligência Artificial, na Biblioteca Escolar, no âmbito da comemoração do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, sob o tema "Para além das estantes: IA e o futuro das histórias".

A Abóbora e o Urso

No prado vivia uma abóbora-menina,
De cor alaranjada e pele fininha.
Suspirava ao luar, sonhando baixinho,
Por um amor doce, terno e quentinho.

O espantalho sorria, de chapéu torto,
Mas o seu coração era de palha e porto.
A abóbora esperava o tal companheiro,
Uma abóbora-menino, puro e inteiro.

Mas no prado vazio, não havia ninguém,
E a abóbora sentia saudades de alguém.
Então foi visitar o seu amigo urso,
Que morava na vila, num bosque em curso.

O urso, sorridente, mostrou-lhe a cidade,
Andaram a rir, com muita amizade.
Passearam nas ruas, comeram gelado,
O tempo voou — foi um lindo bocado!

Quando chegaram à casa do urso gentil,
Havia no quintal um encanto sutil.
Flores, fitas, mantas no chão,
Um piquenique feito com o coração.

O urso tremia, mas falou com amor:
“És tu, abóbora, o meu grande ardor.
Há tanto tempo guardo este segredo —
Queres namorar comigo, sem medo?”

A abóbora sorriu, sentiu-se a flutuar,
Percebeu que o amor sabe esperar.
Nem tudo vem cedo, tudo tem vez,
E o tempo ensina o coração outra vez.

                                 

                                  2025/2026  5.º A


A Abóbora Menina 🌼🎃

 

Era uma vez, no quintal do senhor Tiago,
uma abóbora menina, de tom dourado e mago.
Sonhava com um namorado bonito e gentil,
uma abóbora menino do mesmo funil.

Vestiu-se de seda, com brilho e cuidado,
pintou os lábios com sumo rosado.
Foi para o jardim, cheirou uma flor,
e suspirou fundo, a pensar no amor.

As borboletas dançavam no ar,
mas nenhuma abóbora veio a passar.
Tristinha ficou, sentada ao luar,
com o coração pronto para sonhar.

De repente, ouviu um som a chamar —
era uma abóbora menino a cantar!
Trazia um sorriso, gentil e sincero,
e juntos dançaram o sonho mais belo e verdadeiro.


                                     Agora no jardim, ao pôr do sol,
                                     duas abóboras brilham, num só farol. 🌙 

                                                                      2025/2026  5.ºB



O Casamento no Jardim das Hortas

Na horta vivia a Cenoura sensível,
Com lágrima pronta a saltar,
A Nabiça, sempre tão risonha,
De tanto brincar a fez chorar.

A Maçã, doce e madura,
Tentou logo intervir,
“Amigas, não briguem, por favor!
Há tanto no mundo para sorrir.”

Veio o Tomate artista vaidoso,
Que só se pintava a si,
A Alface, de voz melodiosa,
Cantava, mas queria ser como ele ali.

A Cebola, arisca e forte,
Conheceu o Nabo gentil,
Descobriu-lhe um terno coração,
Mas juntos choravam a fio mil.

A Batata-doce, posta de parte,
Por ser diferente na cor,
Foi dançar com a Nabiça alegre,
Que espalhava paz e amor.

O Nabo, num dia de festa,
Conheceu a Couve Coração,
Ficaram de olhos brilhantes,
E nasceu uma linda paixão.

Casaram-se junto ao regador,
Com flores, risos e pão,
E dizem que desde esse dia
Reina a alegria na plantação!

                    2025/2026 6.º A


A Horta Mexicana em Rebuliço

No México vivia um rabanete,
Valente, mas muito brigão,
Batia em todos lá no tapete,
E causava sempre confusão.

A senhora Curgete, vaidosa,
Com chapéu e salto dourado,
Disse: “Que fruto mais desairoso!
Este rabanete é malcriado!”

Mas a vizinha, senhora Cenoura,
Com ar sério e voz afinada,
Gritou: “Curgete, és causadora!
Foste tu que estragaste a salada!”

Lá veio o senhor Pepino,
Português de bom coração,
A viver num canto pequenino,
Com a Melancia — grande aldrabão!

A senhora Melancia mentia,
Sobre tudo o que se passava,
Jurava que nada fazia,
Mesmo quando tudo estragava!

Mas a Curgete e o Tomate,
De mãos dadas, foram dançar,
Na praia, junto ao abacate,
Felizes a rodopiar.

A senhora Alface, invejosa,
Fazia barulho sem parar,
“Que vergonha tão desonrosa!
Isto não se pode aceitar!”

E assim, naquela horta animada,
Entre legumes e confusões,
Aprenderam que a vida temperada
Precisa de boas intenções.

2025/2026 6.º B



O Senhor Valéry e a Lição do Respeito

O senhor Valéry era conhecido por todos na cidade: não suportava pessoas arrogantes e sempre defendeu a justiça. Um dia, passeando pelo parque, ouviu vozes altas e risadas maliciosas. Curioso, aproximou-se e viu Tung, Tung, Tung Sahur e o chimpanzé Bananini a rir-se de Tralalero, Tralala e Orcalero Orcala, empurrando-os e chamando nomes.

Valéry respirou fundo, aproximou-se com passos firmes e disse:
“Não podem fazer bullying! Ninguém é melhor do que ninguém!”

Os agressores ficaram calados, surpresos com a coragem do senhor. Tralálero e Orcalero sentiram-se aliviados e agradeceram. Bananini coçou a cabeça, Tung e Sahur baixaram os olhos e pediram desculpa.

Valéry sorriu, satisfeito.
“Lembrem-se, a verdadeira força está em respeitar os outros, não em humilhar.”

A partir desse dia, todos aprenderam que a arrogância e o bullying não têm lugar no parque nem na vida.

2025/2026 7.º A, Grupo A

 

 

Na pequena vila americana, as abóboras iluminavam ruas sombrias. Miguel, português, visitava casas mascarado. Numa mansão abandonada, a porta rangeu sozinha. Uma voz sussurrou: “Trick or treat…”
           O chão tremeu. As sombras dançavam. Miguel correu, mas algo frio agarrou-lhe a mão.
           O Halloween mostrara o seu lado assustador.

 

2025/2026 7.º A, Grupo B


O Pudim Aventureiro 🍮

Era um pudim amarelo, brilhante e vaidoso,
Com creme e caramelo, ar apetitoso.
Um dia acordou cheio de emoção,
“Hoje vou à escola, aprender lição!”

Pôs-se o pudim a andar, contente e apressado,
Mas ao atravessar... ficou assustado!
Um Nissan GTR, veloz como o vento,
Atropelou o pobre doce num momento.

Ficou o pudim todo amassado,
O caramelo partido, o creme espalhado.
Chamaram a ambulância, foi grande confusão,
Levaram o pudim com toda a atenção.

No hospital, entre médicos e riso,
Puseram-no no frio, dentro do frigorífico preciso.
Ali descansou, geladinho e seguro,
E aos poucos ficou bom, sem um furo!

Saiu a sorrir, reluzente e curado,
Com moral da história bem decorado:
“Olhar para os lados é sempre essencial,
Mesmo que sejas um pudim especial!”

                           2025/2026 7.º A, Grupo C


Amor à Beira-Mar 🌊💙

O mar sussurra segredos ao vento,
Canta histórias de amor e tempo.
As ondas dançam com doçura e cor,
Como se o mundo fosse feito de amor.

Na areia dourada encontrei o teu olhar,
Brilhava mais que o próprio mar.
Os nossos passos ficaram marcados,
Como conchas pelo sol abraçados.

Rimos das gaivotas, do sal e do vento,
Tudo parecia parar por um momento.
O horizonte tingia-se de cor rosada,
E a lua nascia, tímida, enamorada.

Prometemos voltar, quando o verão chegar,
Para ouvir o mar outra vez cantar.
Não sei se o amor é eterno, talvez,
Mas junto a ti, o tempo é cortês.

O mar guardou o que quisemos dizer,
E nas suas ondas, voltaremos a viver.

                           2025/2026 7.º A, Grupo D



O Livro e a Árvore

Da árvore nasce o livro, tão cheio de emoção,
Das suas folhas verdes vem nova inspiração.
Cresce o tronco firme, brota a vida em flor,
E nas páginas brancas cresce o mesmo amor.

As folhas do livro contam o saber,
Como as da árvore contam o viver.
Umas dançam ao vento, outras no pensar,
Mas ambas guardam sonhos por desvendar.

Na floresta do mundo há mil corações,
E na biblioteca há mil estações.
Entre ramos e prateleiras há magia igual,
Ambas são jardins do saber natural.

                        Se as árvores nos dão sombra e abrigo,
                        Dão-nos também histórias, papel e amigo.
                        Cuidemos das árvores, que sem o seu chão,
                        Os livros ficariam sem coração.


                                                               2025/2026 7.º B


                       A Curgete e o Brócolo Mentiroso

                           1.    No palácio dos legumes vivia a princesa Curgete,
                      Bonita, vaidosa e de cor muito verdete.

                            2.    O seu noivo era o príncipe Nabo elegante,
                      Com capa de folhas e ar triunfante.

                            3.    O Brócolo, seu amigo de infância,
                      Gostava de rir e tinha pouca prudência.

                            4.    Um dia mentiram, com grande emoção,
                       Que iam a Paris numa bela excursão.

                            5.    Fizeram as malas com todo o rigor,
                       Mas iam para outro país, que medo e pavor!

                            6.    Disseram “Au revoir!” com ar francês,
                       Mas iam parar a Espanha, de vez!

                            7.    O Limão do mercado, doce e gentil,
                       Riu-se e disse: “Que plano infantil!”

                            8.    O Morango do Viso, cheio de opinião,
                       Comentou: “Vão acabar na frigideira, meus irmãos!”

                            9.    A Curgete sonhava com o amor real,
                       Mas o Nabo temia o destino fatal.

                            10. O Brócolo cantava, feliz e vaidoso,
                       Sem saber que o fim seria saboroso.

                            11. Numa tasca modesta, ao cair da tarde,
                       Duas pessoas esfomeadas perderam a alarde.

                            12. Viram os legumes e, sem hesitação,
                       Cozeram-nos todos com muita paixão.

                            13. A Curgete gritou: “Sou princesa, atenção!”
                       Mas o tacho fervia sem compaixão.

                            14. O Brócolo tentou fugir da panela,
                       Porém caiu dentro — que cena tão bela!

                            15. O Limão doce chorou no balcão,
                       Enquanto o Morango dançava no chão.

                            16. Moral da história, ouve com atenção:
                        Quem mente demais... acaba no caldeirão!
🍲

                                                                          2025/2026 7.º C


                                        Poema do feijão romântico

Num canto da horta vivia um feijão,
Sonhador e terno, cheio de emoção.
Entre pimentos de cores vibrantes,
Fazia poemas bem elegantes.

Os cogumelos, de chapéu brilhante,
Dançavam ao som do vento cantante.
E os outros feijões, de riso discreto,
Chamavam-lhe “moço de sonho completo”.

Mas a alface, velha e resmungona,
Dizia: “Romances? Que coisa tontona!”
O feijão sorria, de olhar encantado,
Por ver até nela um charme disfarçado.

Lá ao lado, o brócolo, sábio e bondoso,
Curava as plantas com ar milagroso.
E o tomate, palhaço da multidão,
Fazia rir até o chão!

                            Perto dali, firme e disciplinado,
                            Marchava o arroz, exército alinhado.
                            Mas todos na horta viviam em união,
                            Guiados por sonhos... e por um feijão.
                                                    
                                                            2025/2026 8.º A


                        O amor é lindo, vasto e leve,
                            como o Universo que ri nas estrelas.

Um homem caminha até ao Sol,
leva uma abóbora e um pickle,
talvez um presente, talvez um sonho.
O Sol sorri, beija-o em fogo e luz.
Tudo arde, tudo abraça,
tudo é amor.

                                    2025/2026 8.º B


Entre Estrelas e Espelhos

No céu dormem mil estrelas cansadas,
como sonhos presos no véu da noite.
Cada uma brilha, mas pergunta-se: porquê eu?

Nós, cá em baixo, também piscamos,
com luzes que às vezes tremem no vento,
à procura do brilho que é só nosso.

Ser adolescente é ser estrela em formação,
ainda coberta de pó e incerteza,
mas cheia de fogo por dentro.
Há quem brilhe cedo, há quem demore,
e há quem descubra que o seu brilho
não precisa de ser o mais forte — só o mais verdadeiro.

                                                             2025/2026 9.º A



Receita de um Livro 

Pega num punhado de sonhos,
mistura com curiosidade fresca.
Adiciona palavras maduras,
umas doces, outras amargas.
Deixa repousar na mente,
até o cheiro da imaginação crescer.
Coze nas brasas do tempo,
serve com olhos atentos.
Saboreia cada página,
e volta a querer mais.

                               2025/2026    9.º B Grupo (Aléxia, Fabiana, Lourenço e Santiago)


                                Receita para Fazer um Planeta

        Começa com um punhado de estrelas cansadas,
        junta pó de sonhos antigos.
        Adiciona mares de azul profundo,
        e montanhas com cheiro a futuro.
        Mistura vento, fogo e esperança,
        deixa girar em silêncio.
        Planta vida, risos e coragem.
        Prova o equilíbrio.
        Serve quente de luz,
        frio de paz.

          202572026 9.º B (Mário, Tiago, Gonçalo e Ivan)


            Receita para Fazer o Amor

        Começa com uma taça de cuidado,
        mistura uma colher de
açúcar doce.
        Adiciona um toque de
dopamina,
        para o sorriso nascer sem aviso.
        Junta
fermento de tempo e paciência,
        deixa crescer no
coração aberto.
        Coze em gestos sinceros,
        e serve quente,
        com aroma a
amor verdadeiro.

          2025/2026 9.º B (Tomás, Sara, Leonor, Victória, Diana)


    Entre Árvores e Palavras

                      No silêncio da floresta ouve-se um sussurro,
                      Folhas que dançam, vento que se entranha,
                      E cada página aberta é um mundo que murmura
                      Histórias que o coração devora e ganha.

                      O musgo macio acolhe sonhos e segredos,
                      Raízes que se entrelaçam com ideias sem fim,
                      Nos livros encontro rios, animais e medos,
                      E sinto a vida pulsar dentro de mim.

                      Cada árvore é um verso, cada sombra um conto,
                      O sol filtra histórias entre galhos e ramos,
                      Em cada folha caída há um riso, há um pranto,
                      E o leitor aprende a voar sem passos.

                      Assim a natureza e os livros entrelaçam-se,
                      Corações e páginas respiram juntos a emoção,
                      Quem caminha entre árvores e letras abraça
                      O mundo inteiro dentro da imaginação.

                                                             2025/2026 9.º C